Empreendedorismo feminino: o protagonismo das mulheres no franchising

12/11/2021 | Empreendedorismo

“O sucesso não tem a ver com o lugar de onde você veio, e sim com a confiança que você tem e o esforço que você está disposto a investir”.

Essa frase de Michelle Obama é uma inspiração para quem busca desenvolvimento pessoal e profissional.

Assim como Michelle, muitas outras mulheres alcançaram sucesso e protagonismo profissional ao longo das últimas décadas, ainda que enfrentando árduos desafios.

E é por isso que o Dia Internacional do Empreendedorismo Feminino, 19 de novembro, foi criado com o objetivo de incentivar mulheres no mundo todo a criarem e comandarem seus próprios negócios.

Essa data é uma iniciativa da ONU para encorajar o público feminino a tomar as rédeas na condução de sua carreira, desenhando uma trajetória profissional que lhes satisfaça e traga felicidade.

Empreendedorismo feminino no Brasil

Segundo o IBGE, 51,11% do total da população brasileira é de mulheres. Foi contrariando tendências e superando barreiras que esse público alcançou patamares mais elevados quando se colocou na participação da economia do país.

Dados da empresa global de consultoria Grant Thornton International mostraram no relatório Women in Business 2020 que no Brasil há 34% mais cargos de liderança representados pelas mulheres em empresas de médio porte, ficando acima da média mundial.

Este mesmo relatório também mostra que 35% das empresas brasileiras demonstram garantir acesso igualitário de gênero às suas oportunidades de trabalho e desenvolvimento pessoal e profissional. As posições mais ocupadas pelo público feminino são nos cargos de CEO, CFO e na direção de Recursos Humanos.

Isso deixa o Brasil em 92º lugar do ranking de países mais igualitários do mundo, conforme mostrou também a pesquisa do Fórum Econômico Mundial (WEF).

Quando se fala em empreendedorismo, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC) de 2020, realizada pelo IBGE, mostrou que cerca de 9,3 milhões de mulheres estão no comando de negócios no Brasil.

O Sebrae também mostrou por suas análises mais recentes que o empreendedorismo feminino vem avançando exponencialmente:

  • 51,5% das empresas que foram abertas recentemente têm mulheres no comando 
  • 48% dos MEIs (Microempreendedores Individuais) são mulheres

Além disso, o relatório da Global Entrepreneurship Monitor (GEM) mostrou que o Brasil é o sétimo país no ranking mundial de proporção de mulheres que abriram o próprio negócio recentemente, ou seja, que estão no comando de empreendimentos iniciais, aqueles com menos de 42 meses de existência.

Elas no comando do franchising

Já no universo do franchising, a presença feminina também é marcante, mesmo que ainda haja grandes desafios a superar. O estudo exclusivo “Liderança Feminina no Franchising”, realizado pela ABF no final de 2020, mostrou muitos dados importantes a se pensar no setor de franquias:

  • 33% das colaboradoras estão em função executiva
  • 36% das mulheres fazem parte do Conselho das Franqueadoras
  • 46% das redes franqueadoras não têm mulheres em cargos executivos
  • 54% das colaboradoras estão em cargos de supervisão
  • 60% das colaboradoras estão em outras funções

Alguns desses dados podem ser desmotivadores, mas quando se trata das unidades da franquia, 49% entre unidades próprias ou franqueadas são comandadas por mulheres.

Um percentual bastante expressivo que indica que as franqueadas estão superando a tendência mundial da participação feminina no mercado de trabalho e de franquias.

Outras pesquisas da ABF mostram que as mulheres dão um show nos negócios franqueados, uma vez que o faturamento das franquias que têm elas na liderança pode ser 34% maior do que as gerenciadas por homens.

Com a pandemia, por exemplo, todo o comércio e negócio brasileiro foi atingido negativamente de alguma forma. Porém aqueles em que têm mulheres na liderança ou gestão se restabeleceram mais rapidamente ao se reinventarem ou adaptarem à nova normalidade dos empreendimentos.


O protagonismo feminino aparece em características como persistência, adaptação, resiliência e sensibilidade, o que as tornam mais abertas a iniciativas inovadoras.

O ideal, tanto no sistema de franquias como em qualquer outro tipo de negócio,é uma composição equilibrada de gêneros em todos os cargos de uma empresa, pois homens e mulheres, cada qual com suas qualificações, experiências e atributos, podem contribuir juntos para promover empreendimentos mais equilibrados e sustentáveis.

A verdade é que a mente empreendedora não vê gênero, apenas quer empreender no mercado ou segmento ao qual se sente feliz, satisfeita e integrada.

Franquias Kopenhagen e as mulheres

A Kopenhagen, enquanto empresa franqueadora que tem uma mulher como CEO, vem demonstrar seu apoio às mulheres empreendedoras que querem ter seus negócios próprios por meio de franquias.

Uma vez que em nossa rede há muitas mulheres, tanto franqueadas como colaboradoras, a diversidade de gênero nesta organização está presente sempre, promovendo mudanças significativas para a ascensão das mulheres dentro das empresas, negócios e franquias.

Queremos conquistar parceiras corajosas e engajadas com o potencial ilimitado da marca Kopenhagen e que estejam dispostas a carregar nas veias o chocolate mais gostoso do Brasil, com liderança, excelência, tradição e inovação.

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